A agitação diaria adia constantemente a minha necessidade de viver, e as paragens episodicas para percepcionar a vida são vencidas pelo sono atrasado que rompe a barreira com a realidade. O tempo urge e tinge a visão empoeirada da corrida para o abismo, e os cordeiros mecanizados de uma sociedade egocentrica fundada sobre preceitos capitalistas e falsos democraticos perpetuam o movimento erratico mas bem organizado de um mundo entregue ao consumo desinibido e sedento, ignorando a paz e o bem comum para alcançar o sucesso. Nao estaremos todos em conjunto a construir o fim do mundo?
sábado, 19 de julho de 2008
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